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CenpHub Brasília reúne mais de 350 profissionais de comunicação para debater o mercado publicitário

Durante o evento, painelistas destacaram que a tecnologia já foi incorporada ao dia a dia de agências, veículos, anunciantes e elos digitais


Em sua terceira edição, o CenpHub reuniu, na manhã do dia 21, mais de 350 profissionais de agências de publicidade, anunciantes, veículos de comunicação e elos digitais, no Espaço Cultural Brasil 21, em Brasília.


Em pauta, um interesse genuíno de painelistas e convidados de debater e buscar a sustentabilidade de uma indústria imersa em profundas transformações. Não por acaso, valor intangível da criatividade, comunicação hiper fragmentada, futuro de uma força motriz como o agro, reinvenção de marcas centenárias e maturidade da autorregulação do setor protagonizaram as conversas.


Dentre os destaques uma conversa franca sobre um tema pouco discutido, até então, em eventos do setor, os desafios da comunicação no agronegócio, um segmento estratégico para economia, mas que ainda precisa lapidar e amadurecer sob a ótica da comunicação.


Ficou clara a necessidade de adequação nas abordagens e narrativas. Em contrapartida, o CenpHub trouxe para o palco um encontro emblemático de marcas maduras e centenárias, representadas por quatro mulheres – Caixa, Petrobras, Correios e Banco do Brasil – que se desafiam a manter a conexão com os consumidores de forma humanizada e personalizada, cientes da profunda transformação social e de comportamento em que estão inseridas.


O impacto da tecnologia, avanço de IA e a era da hipersegmentação também entraram em cena. Paradoxalmente, a discussão não se debruçou sobre uma hipotética estafa do consumidor com o excesso de informação e o mercado enxerga o copo ‘meio cheio’.


Durante o evento, painelistas destacaram que a tecnologia já foi incorporada ao dia a dia de agências, veículos, anunciantes e elos digitais. Mas o que ficou mais nítido é que a multiplicidade de telas e a diversidade de plataformas são ativos para exercitar a criatividade e ampliar a interação com os consumidores, como consequência, as marcas têm um leque ainda mais robusto de ferramentas de mídia no cardápio. É um jogo onde todos estão ganhando.


Se a tecnologia coloca a indústria publicitária na ponta da cadeia, no que há de mais contemporâneo na atualidade, existe uma preocupação real com a formação dos profissionais para absorver tantas frentes. Numa discussão que reuniu entidades do setor, representadas pelos quatro elos da cadeia - Aba, Abap, Abert e IAB – o olhar esteve voltado para a nova geração de publicitários e profissionais de marketing, praticamente todas estão mergulhadas em projetos e produtos de maturação e compartilhamento de conhecimento que promovam uma maior equidade deste mercado.


Foram pouco mais de cinco horas de reflexões e direcionamentos, que abriram espaço para a construção do futuro de um negócio que movimenta mais de R$ 57 bilhões em mídia (segundo estudo desenvolvido pelo Cenp com apoio da Kantar), gera milhares de empregos e impacta, direta ou indiretamente, todos os setores da economia.


Luiz Lara, presidente do Conselho do Cenp, reiterou: “A publicidade é a indústria que movimenta as outras indústrias e a competição saudável nesse cenário tem um valor imensurável, estabelecendo conexões duradouras e respeitosas entre as empresas e o público. E é exatamente neste ponto de equilíbrio que o Cenp atua.”


O CenpHub Brasília teve com apoio master da Globo, Kallas, Record, Samsung Ads, SBT e UOL. Além do apoio institucional de Adobe, Eletromídia, Helloo, JCDecaux e Marketdata ; e contou com Exame, Meio&Mensagem, Metrópoles, Poder360 e PropMark como parceiros de mídia.


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