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Lideranças de marketing das principais marcas estatais são mulheres

Painel do evento CenpHub Brasília reuniu lideranças do marketing de Banco do Brasil, Caixa, Correios e Petrobras e chamou atenção para predominância feminina

Painel “O desafio da gestão de marcas fortes e históricas”, no evento CenpHub Brasília. Da esq. para a dir.: Adriana Probst, da Caixa; Ana Claudia Esteves, da Petrobras; Juliana Agatte, dos Correios; Paula Sayão, do Banco do Brasil; e Dudu Godoy, vice-presidente do Cenp (Crédito: Divulgação)


Em um mundo em profunda transformação, com aumento da competitividade e fragmentação, gerir marcas é um desafio cada vez maior para quem senta na cadeira de liderança dos departamentos de marketing das organizações. Fazer isso com marcas fortes e históricas, então, é um trabalho mais complexo ainda.


Para falar sobre o desafio, o evento CenpHub recebeu, no dia 21 de maio, em Brasília, lideranças de marketing de quatro marcas icônicas para a economia nacional em seu primeiro evento regional na capital federal, no painel “O desafio da gestão de marcas fortes e históricas”.


O início do debate foi marcado por uma curiosidade importante, observada por Dudu Godoy, vice-presidente do Cenp e moderador da conversa: “Quem são as pessoas que cuidam das marcas do Brasil? Mulheres. Como cidadão, a gente olha para trás, vê marcas históricas mesmo, que passaram por gerações, e chegamos até aqui.”


O painel reuniu as lideranças femininas Adriana Probst, da Caixa; Ana Claudia Esteves, da Petrobras; Juliana Agatte, dos Correios; e Paula Sayão, do Banco do Brasil.


“Estamos aqui, juntas, como marcas icônicas que pensam o país, desenvolvem uma comunicação a partir dessa construção, e isso nos enche de orgulho”, observou Ana Claudia Esteves, gerente de branding e publicidade da Petrobras, no início de sua fala.


A executiva comentou sobre como os 70 anos da empresa, comemorados desde outubro de 2023, têm sido marcados por uma linguagem mais moderna e uma visão de Brasil no centro. “A energia da Petrobras não vai para o Brasil, ela vem do Brasil”, disse, ao trazer o histórico da marca para o público.


Adriana Probst, superintendente nacional de publicidade e propaganda da Caixa, comentou sobre o propósito da marca de melhorar a vida das pessoas e promover a inclusão bancária, visto que os clientes do banco são majoritariamente de baixa renda. “Nosso DNA é de inclusão e transformação da vida dos brasileiros, e isso faz com que a gente diga que a nossa marca tem verdade.”


Já Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do Banco do Brasil, falou sobre os desafios e oportunidades de ter o país no nome da marca e comentou sobre a importância das lideranças femininas ali presentes se unirem em prol de alguns propósitos em comum. “Passamos por desafios parecidos e temos mais ou menos as mesmas oportunidades, e acredito que juntas podemos mesmo construir o país, e por que não o mundo, principalmente diante de tudo o que estamos passando.”


Juliana Agatte, diretora de governança e estratégia dos Correios, falou sobre os 361 anos do serviço postal no Brasil, que ficou até os anos 1970 sem marca até o primeiro edital. “Os Correios refletem todo o país, as necessidades da sociedade e do governo. Hoje somos uma marca mais forte e dinâmica, com movimento, conexão e presença nacional.”


Além do painel, o evento, realizado pelo Cenp, abordou ainda o avanço do agronegócio e as oportunidades de comunicação do setor, a força da autorregulação publicitária brasileira e o impacto dos dados, criatividade e IA na era da hiper-segmentação.



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